Desenhos criados por vetores
Este desenho é uma representação gráfica de um efeito do Photoshop que reproduz dois cachorros "abraçados".
Segurança Na internet
Aprenda a se defender de ataques de Hackers e saiba o que fazer caso seja infectado por vírus de computador...
Heckers
Como se defender dos hackers de maneiras simples, aprenda a ter cuidados na internet que farão seu computador durar mais.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Revisão
Bom galerinha, Como a gente já viu o fundamental em sala, vamos apenas explanar e aproveitar pra podermos revisar a matéria, então senta e presta tenção. Como vimos o CALC é um programa que faz parte da suíte Linux BRoffice ou seja ele foi criado para o Linux, porém ouve adptações para o Windows, a partir deste ponto podemos lembrar que os dois sistemas operacionais possuem formas diferentes de trabalhar que chamamos de “sistema de arquivo” entre os dois sistemas os tipos mais usados são NTFS (Windows) e SWAP(Linux) a versão de Office Linux mais conhecida pra sistema Linux é o Openoffice.org e pra Windows o Broffice ambos os programas possuem em sua suíte os programas: Calc, Impress, Dbase, Draw e writer.
O calc é um programa que serve para criar tabelas e planilhas eletrônicas que ser uteis no nosso dia-dia, Melhor explicando: planilha eletrônica, ou folha de cálculo, é um tipo de programa que utiliza tabelas para realização de cálculos ou apresentação de dados. Cada tabela é formada por uma grade composta de linhas e colunas. O nome eletrônica se deve à sua implementação por meio de software. No Brasil, estas tabelas também são chamadas de planilhas. Em Portugal são chamadas de folhas de cálculo.Para identificarmos uma célula, normalmente utilizamos o nome da coluna seguido do nome da linha. Por exemplo, se tomarmos a coluna de nome A e a linha de número 10, neste cruzamento teremos a célula A10.
As planilhas são utilizadas principalmente para aplicações financeiras e pequenos bancos de dados mais podem também ser usadas no nosso dia-dia com orçamentos financeiros como Gasto do mês/trimestre/ano ou até mesmo para programações e pequenos bancos de dados.
Além de toda a parte de cálculos o calc também nos permite criar gráficos que deixam o visual de uma planilha mais robusta e atrativa, os gráficos demonstram os números postos em uma planilha de uma forma mais visual.
terça-feira, 28 de abril de 2015
ViRuS dE CoMpUtAdOr
Em uma de minhas mais novas postagens não serei eu e sim dois alunos que se saíram muito bem que são os alunos ANTHONY e JOÃO VICTOR com uma das melhores postagens
Tipos de vírus
Cavalo de tróia
Certos vírus trazem em seu bojo um código a parte, que permite a um estranho acessar o micro infectado ou coletar dados e enviá-los pela Internet para um desconhecido, sem notificar o usuário. Estes códigos são denominados de Trojans ou cavalos de Tróia.
Inicialmente, os cavalos de Tróia permitiam que o micro infectado pudesse receber comandos externos, sem o conhecimento do usuário. Desta forma o invasor poderia ler, copiar, apagar e alterar dados do sistema. Atualmente os cavalos de Tróia agora procuram roubar dados confidenciais do usuário, como senhas bancárias.
Os vírus eram no passado, os maiores responsáveis pela instalação dos cavalos de Tróia, como parte de sua ação, pois eles não têm a capacidade de se replicar. Atualmente, os cavalos de Tróia não mais chegam exclusivamente transportados por vírus, agora são instalados quando o usuário baixa um arquivo da internet e o executa. Prática eficaz devido a enorme quantidade de e-mails fraudulentos que chegam nas caixas postais dos usuários. Fish "pescar" em inglês. Atualmente, a maioria dos cavalos de Tróia visam a sites bancários, "pescando" a senha digitada pelos usuários dos micros infectados. Há também cavalos de Tróia que ao serem baixados da internet "guardados" em falsos programas ou em anexos de e-mail, encriptografam os dados e os comprimem no formato ZIP. Um arquivo. txt dá as "regras do jogo": os dados foram "seqüestrados" e só serão "libertados" mediante pagamento em dinheiro para uma determinada conta bancária, quando será fornecido o código restaurador.
Também os cavalos de tróia podem ser usados para levar o usuário para sites falsos, onde sem seu conhecimento, serão baixados trojans para fins criminosos, como aconteceu com os links do google, pois uma falha de segurança poderia levar um usuário para uma página falsa. Por este motivo o serviço esteve fora do ar por algumas horas para corrigir esse bug, pois caso contrário as pessoas que não distinguissem o site original do falsificado seriam afetadas.
Worms
Como o interesse de fazer um vírus é ele se espalhar da forma mais abrangente possível, os seus criadores por vezes, deixaram de lado o desejo de danificar o sistema dos usuários infectados e passaram a programar seus vírus de forma que apenas se repliquem, sem o objetivo de causar graves danos ao sistema. Desta forma, os seus autores visam a tornar suas criações mais conhecidas na Internet. Este tipo de vírus passou a ser chamada de verme ou worm. Eles estão mais aperfeiçoados, já há uma versão que ao atacar a máquina hospedeira, não só se replica, mas também se propaga pela internet,pelos e-mail que estão registrados no cliente de e-mail, infectando as máquinas que abrirem aquele e-mail, reiniciando o ciclo.
Keylogger
Key logger (que significa registrador do teclado em inglês) é um programa de computador do tipo spyware cuja finalidade é registrar tudo o que a vítima digita, a fim de capturar suas senhas, números de cartão de crédito e afins. Muitos casos de phisshing, assim como outros tipos de fraudes virtuais, se baseiam no uso de algum tipo de keylogger, instalado no computador sem o conhecimento da vítima, que captura dados sensíveis e os envia a um cracker que depois os utiliza para fraudes.
Existem softwares apropriados para se defender deste tipo de ameaça. É sempre oportuno que um computador conectado à internet seja protegido através de um software antispyware de um firewall e de um antivírus.
O key logger também é um programa utilizado muito por empresas para monitorar o que seus funcionários fazem em sua máquina, porém em muitos casos as pessoas utilizam o programa de forma mal-intencionada.
Spyware
Spyware consiste em um programa automático de computador, que recolhe informações sobre o usuário, sobre os seus costumes na Internet e transmite essa informação a uma entidade externa na Internet, sem o seu conhecimento nem o seu consentimento.
Diferem dos cavalos de tróia por não terem como objetivo que o sistema do usuário seja dominado, seja manipulado, por uma entidade externa, por um craker.
Os spywares podem ser desenvolvidos por firmas comerciais, que desejam monitorar o hábito dos usuários para avaliar seus costumes e vender este dados pela internet. Desta forma, estas firmas costumam produzir inúmeras variantes de seus programas-espiões, aperfeiçoando-o, dificultando em muito a sua remoção.
Por outro lado, muitos vírus transportam spywares, que visam roubar certos dados confidenciais dos usuários. Roubam dados bancários, montam e enviam registros das atividades do usuário, roubam determinados arquivos ou outros documentos pessoais.
Com frequência, os spywares costumavam vir legalmente embutidos em algum programa que fosse shareware ou freeware. Sua remoção era por vezes, feita quando da compra do software ou de uma versão mais completa e paga.
Traduzindo ao pé da letra, Spyware significa "aplicativo ou programa espião".
Tipos de vírus
Cavalo de tróia
Certos vírus trazem em seu bojo um código a parte, que permite a um estranho acessar o micro infectado ou coletar dados e enviá-los pela Internet para um desconhecido, sem notificar o usuário. Estes códigos são denominados de Trojans ou cavalos de Tróia.
Inicialmente, os cavalos de Tróia permitiam que o micro infectado pudesse receber comandos externos, sem o conhecimento do usuário. Desta forma o invasor poderia ler, copiar, apagar e alterar dados do sistema. Atualmente os cavalos de Tróia agora procuram roubar dados confidenciais do usuário, como senhas bancárias.
Os vírus eram no passado, os maiores responsáveis pela instalação dos cavalos de Tróia, como parte de sua ação, pois eles não têm a capacidade de se replicar. Atualmente, os cavalos de Tróia não mais chegam exclusivamente transportados por vírus, agora são instalados quando o usuário baixa um arquivo da internet e o executa. Prática eficaz devido a enorme quantidade de e-mails fraudulentos que chegam nas caixas postais dos usuários. Fish "pescar" em inglês. Atualmente, a maioria dos cavalos de Tróia visam a sites bancários, "pescando" a senha digitada pelos usuários dos micros infectados. Há também cavalos de Tróia que ao serem baixados da internet "guardados" em falsos programas ou em anexos de e-mail, encriptografam os dados e os comprimem no formato ZIP. Um arquivo. txt dá as "regras do jogo": os dados foram "seqüestrados" e só serão "libertados" mediante pagamento em dinheiro para uma determinada conta bancária, quando será fornecido o código restaurador.
Também os cavalos de tróia podem ser usados para levar o usuário para sites falsos, onde sem seu conhecimento, serão baixados trojans para fins criminosos, como aconteceu com os links do google, pois uma falha de segurança poderia levar um usuário para uma página falsa. Por este motivo o serviço esteve fora do ar por algumas horas para corrigir esse bug, pois caso contrário as pessoas que não distinguissem o site original do falsificado seriam afetadas.
Worms
Como o interesse de fazer um vírus é ele se espalhar da forma mais abrangente possível, os seus criadores por vezes, deixaram de lado o desejo de danificar o sistema dos usuários infectados e passaram a programar seus vírus de forma que apenas se repliquem, sem o objetivo de causar graves danos ao sistema. Desta forma, os seus autores visam a tornar suas criações mais conhecidas na Internet. Este tipo de vírus passou a ser chamada de verme ou worm. Eles estão mais aperfeiçoados, já há uma versão que ao atacar a máquina hospedeira, não só se replica, mas também se propaga pela internet,pelos e-mail que estão registrados no cliente de e-mail, infectando as máquinas que abrirem aquele e-mail, reiniciando o ciclo.
Keylogger
Key logger (que significa registrador do teclado em inglês) é um programa de computador do tipo spyware cuja finalidade é registrar tudo o que a vítima digita, a fim de capturar suas senhas, números de cartão de crédito e afins. Muitos casos de phisshing, assim como outros tipos de fraudes virtuais, se baseiam no uso de algum tipo de keylogger, instalado no computador sem o conhecimento da vítima, que captura dados sensíveis e os envia a um cracker que depois os utiliza para fraudes.
Existem softwares apropriados para se defender deste tipo de ameaça. É sempre oportuno que um computador conectado à internet seja protegido através de um software antispyware de um firewall e de um antivírus.
O key logger também é um programa utilizado muito por empresas para monitorar o que seus funcionários fazem em sua máquina, porém em muitos casos as pessoas utilizam o programa de forma mal-intencionada.
Spyware
Spyware consiste em um programa automático de computador, que recolhe informações sobre o usuário, sobre os seus costumes na Internet e transmite essa informação a uma entidade externa na Internet, sem o seu conhecimento nem o seu consentimento.
Diferem dos cavalos de tróia por não terem como objetivo que o sistema do usuário seja dominado, seja manipulado, por uma entidade externa, por um craker.
Os spywares podem ser desenvolvidos por firmas comerciais, que desejam monitorar o hábito dos usuários para avaliar seus costumes e vender este dados pela internet. Desta forma, estas firmas costumam produzir inúmeras variantes de seus programas-espiões, aperfeiçoando-o, dificultando em muito a sua remoção.
Por outro lado, muitos vírus transportam spywares, que visam roubar certos dados confidenciais dos usuários. Roubam dados bancários, montam e enviam registros das atividades do usuário, roubam determinados arquivos ou outros documentos pessoais.
Com frequência, os spywares costumavam vir legalmente embutidos em algum programa que fosse shareware ou freeware. Sua remoção era por vezes, feita quando da compra do software ou de uma versão mais completa e paga.
Traduzindo ao pé da letra, Spyware significa "aplicativo ou programa espião".
terça-feira, 24 de março de 2015
#Trabalho para UARN
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
After em Foco
Tutorial simples com ajuste de imagem.
uma segunda opção para os usuários de after effects e o uso de configurações pre prontas, feitas por outro designer e deixado disponível pra download.
existem diversos sites que deixam disponíveis projetos para que possamos baixar:
Pond5
Video Copilot
VFXproduçoes
A grande maioria é pago através de compras via internet, outros que não são pagos pedem curtidas em suas pages.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ESCOLARES
Muitos alunos sabem que várias instituições escolares pedem para que os trabalhos
escolares sejam feitos dentro das normas da ABNT. Com base nisto elaboramos algumas
dicas passo a passo de como fazer os trabalhos. Portanto fique atento quando o seu professor
pedir para fazer um trabalho escolarcom normas da ABNT para trabalhos escolares. Para
quem nunca ouviu falar na ABNTé a Associação Brasileira de Normas Técnicassem fins
lucrativos com a finalidade da normalização técnicano Brasil.
As normas da ABNT para trabalhos escolaresdevem seguir a seguinte seqüência.
1 – Capa
2 – Folha de Rosto
3 – Sumario
4 – Introdução
5 – Desenvolvimento
6 – Conclusão ou Considerações Finais
7 – Referencias
8 – Contra Capa
Superior – 3 cm
Direita – 2 cm
Inferior – 2 cm
manuscritos papel almaço.
Espaçamento entre linhas
Para trabalhos nas normas da ABNT deve-se utilizar espaçamento 1,5 entre linhas.
para citações em parágrafo especial e notas de rodapé.
Citações: Fonte Times New Roman ou Arial 11.
Notas de Rodapé: Fonte Times New Roman ou Arial 10.
Parágrafo:
O Parágrafo deve ser recuado 1,25 cm da margem esquerda.
Citações: 4cm da margem esquerda.
Capa: Deve ser de papel consistente ou simples, sem ilustração ou “embelezamento", composta de:
a) Cabeçalho: nome da Instituição responsável, com subordinação até o nível do professor.
Deve ser centralizado à margem superior, com letrasmaiúsculas, tamanho 12, espaçamento
entre linhas simples;
b) Nome do aluno/série: abaixo do nome da instituição 5 cm, centralizado, letras maiúsculas,
tamanho12;
c) Título do trabalho: no centro da folha, centralizado, tamanho 12;
d) Local e ano: centralizado na borda inferior e asprimeiras letras maiúsculas, tamanho 12.
e) Folha de rosto:A Folha de Rosto apresenta os mesmos elementos gráficos apresentados na capa, apenas acrescenta-se 3 cm abaixo do titulo a justificativa do trabalho. A justificativa deve-ser alinhada à margem direita a partir do meio da página. Utiliza-se fonte Times New Roman ou Arial 12 em letras minúsculas.
Parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos
da pesquisa e outros elementos necessários para situaro tema do trabalho.
B. Desenvolvimento
Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do
assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método.
C. Conclusão ou Considerações Finais
Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.
escolares sejam feitos dentro das normas da ABNT. Com base nisto elaboramos algumas
dicas passo a passo de como fazer os trabalhos. Portanto fique atento quando o seu professor
pedir para fazer um trabalho escolarcom normas da ABNT para trabalhos escolares. Para
quem nunca ouviu falar na ABNTé a Associação Brasileira de Normas Técnicassem fins
lucrativos com a finalidade da normalização técnicano Brasil.
As normas da ABNT para trabalhos escolaresdevem seguir a seguinte seqüência.
1 – Capa
2 – Folha de Rosto
3 – Sumario
4 – Introdução
5 – Desenvolvimento
6 – Conclusão ou Considerações Finais
7 – Referencias
8 – Contra Capa
Margens
Esquerda – 3 cmSuperior – 3 cm
Direita – 2 cm
Inferior – 2 cm
Papel
Para trabalhos digitados deve-se utilizar papel A4 (21cm x 29,7cm) e para trabalhosmanuscritos papel almaço.
Espaçamento entre linhas
Para trabalhos nas normas da ABNT deve-se utilizar espaçamento 1,5 entre linhas.
Fonte:
Deve-se utilizar fonte Arial 12 ou Times New Roman 12 em todo o trabalho, excetopara citações em parágrafo especial e notas de rodapé.
Citações: Fonte Times New Roman ou Arial 11.
Notas de Rodapé: Fonte Times New Roman ou Arial 10.
Parágrafo:
O Parágrafo deve ser recuado 1,25 cm da margem esquerda.
Citações: 4cm da margem esquerda.
Capa: Deve ser de papel consistente ou simples, sem ilustração ou “embelezamento", composta de:
a) Cabeçalho: nome da Instituição responsável, com subordinação até o nível do professor.
Deve ser centralizado à margem superior, com letrasmaiúsculas, tamanho 12, espaçamento
entre linhas simples;
b) Nome do aluno/série: abaixo do nome da instituição 5 cm, centralizado, letras maiúsculas,
tamanho12;
c) Título do trabalho: no centro da folha, centralizado, tamanho 12;
d) Local e ano: centralizado na borda inferior e asprimeiras letras maiúsculas, tamanho 12.
e) Folha de rosto:A Folha de Rosto apresenta os mesmos elementos gráficos apresentados na capa, apenas acrescenta-se 3 cm abaixo do titulo a justificativa do trabalho. A justificativa deve-ser alinhada à margem direita a partir do meio da página. Utiliza-se fonte Times New Roman ou Arial 12 em letras minúsculas.
Elementos textuais
A. IntroduçãoParte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos
da pesquisa e outros elementos necessários para situaro tema do trabalho.
B. Desenvolvimento
Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do
assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método.
C. Conclusão ou Considerações Finais
Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
After Effects Formatos de um vídeo
After Effects Formatos de um vídeo
Autor: Moira Toledo
Existem basicamente 2 maneiras de se definir o formato de um
vídeo: os formatos “governamentais” e os outros. Os formatos ditos
governamentais são aqueles cujo sistema é imposto ao usuário dependendo de sua
localização geográfica. São eles: NTSC, PAL (N,M e G) e SECAM. Os dito outros
são aqueles que influem na qualidade da imagem gravada (numeros de pixels,
processamente e armazenamento dos mesmos), mesmo porque, no final das contas,
todos (ou a grande maioria) acaba passando pelo “filtro” NTSC-PAL-SECAM.
NTSC (National Television Sistem Committee) é o padrão norte-americano, usado
por eles e por todos a qual ele exerce sua forte influência. Ele é um sistema
de transmissão analógica da imagem e possui 525 linhas de resolução e uma
sobreposição temporal de 30 (29.97) quadros por segundo. 525 linhas sendo que
480 (483 para ser mais exato) se refere a imagem e a restante para reservada
para informações especiais como time code e também para dar tempo do canhao de
eletrons reornar a sua posição inicial. Canhão de eletrons? Pois é, quando a
imagem surge na tela de sua televisão você nem imagina o que se passa por tras
do vidro luminoso, não é? Pois vou dar uma breve luz sobre este tema.
O negócio é o seguinte: sabe aquelas informações geradas pelo ccd, tres informações para cada pixel? Então, na tv, essas informações, analógicas e portanto somente impulsos eletricos de intensidades diferentes, são disparadas por um canhão de eletrons dentro do tubo da tv. Na tela da tv existe um gradeamento de filtros intercalados verde, vermelho e azul (observe a tela da tv bem de perto, você ira ver) e todo interior da tela é revestido por um material a base de fósforo, que quando “excitados” pelos eletrons produz fóton, luz.
Mas esse canhão só dispara uma informação por vez, precisa percorrer cada posição de pixel (na verdade três vezes esse espaço- verde, vermelho e azul) de cada vez, da esquerda para a direita, de cima para baixo. Trinta vezes por segundo. Portanto, aquele espaço de linhas que a gente vê quando o “horizontal” de nossa tv não esta alinhado perfeitamente seria essas linhas de informação especial e o tempo que o canhão de eletrons leva para retornar a sua posição inicial.
PAL (Phase Alternating Line) e SECAM são os padrões usados na Europa e Asia principalmente e nos paises da Africa e Americas Central e do Sul com algumas variáveis politico-econômicas. Excetuando-se o sistema brasileiro (e agora também paraguaio) PAL-M, que se assemelha em quase tudo com o NTSC americano, o sistema PAL garante 625 linhas (576 de imagem) de resolução em uma progressão temporal de 25 quadros por segundo.
Estes sistemas não são de escolha, seu uso é imposto dependendo de onde o vídeo será assistido. Os formatos de escolha serão brevemente descritos abaixo, não falarei sobre os padrões analógicos pois eles agora viraram história, exceto ainda e BETACAM, padrão de broadcasting profissional que teima em resistir.
DV – Ou MiniDV, é o formato padrão da maioria das câmeras digitais à vista no mercado. Ela comporta até 800 linhas de resolução na cabeça de gravação -dependendo da câmera utilizada, depois comprimidas para 480 no modo DV-NTSC ou 576 no modo DV-PAL. Possui um data rate de 3,6MB/sec, isto é, cada segundo usa 3,6MB de informação digital, gravados em uma banda de 10 micrometros de largura, sendo 1 micrometro igual a um 0,001mm. Essas bandas são gravadas em diagonal na fita magnética por uma cabeça giratória (hellical scan) que possibilita o armazenamento de mais informações na fita. Veja exemplos na Wikipedia
As variante deste formato são o DVCAM e o DVCPRO, respectivamente criados pela Sony e pela Panasonic como uma alternativa de qualidade superior ao DV usual, uma qualidade mais profissional, pois as perdas de drop (ruido na imagem) ou de qualidade de sinal são sensivelmente menores, possibilitando maior controle da imagem na edição e pós-produção. No DVCPRO é reservado uma área maior na banda da fita para gravação da imagem (18micrometros), já no DVCAM, além da área maior (cerca de 15micrometros), a fita corre mais rapidamente (50% mais que no DV comum), para se ter uma ideia, pois todas usam o mesmo tipo de fita, quando gravada em DVCAM, uma fita MiniDV de 1h. durará somente 40 minutos.
HDV, DVCPRO HD e HDTV
O formato HDV surgiu de um consórcio entre Sony, JVC, depois acrescido da Canon e da Sansung, para criar um formato de alta definição, baseado nos recursos digitais padrão (mesmo formato de fita), para iniciar a transissão entre a tv comum e a nova tv digital. Diferente do padrão DV, que grava cada quadro como uma foto independente, o HDV usa a compressão MPEG-2, usando informações dos frames anterior e posterior para se criar a imagem, necessitando de menos informação por imagem (ao passo que parte da própria informaçnao está contida nos quadros vizinhos), possibilitando um aumento na qualidade da imagem pretendida. É como se a cada quadro nós necessitássemos de 9 peças para forma-lo, mas sendo que dessas 9 peças, 3 estão no quadro anterior e 3 estão no posterior, resta somente 3 peças para “fechar” a imagem. Restou 6 espaços de peças. Estes espaços restantes são utilizados, formando então um quadro com 15 peças no mesmo espaço que um o antigo quadro de 9 peças. Por isso que uma fita de 1hora no padrão DV dura… 1hora no padrão HDV.
Esse novo quadro com “15 peças” possibilita uma melhor qualidade de imagem que a antiga, praticamente 4,5 vezes mais que no DV-NTSC. Existem variante profissionais do HDV: o HDCAM e o XDCAM. O DVCPRO HD é o padrão High-Definition da Panasonic. Tem pouca diferença visual do HDV mas usa um “processo lógico” diferenciado. Enquanto o HDV promove uma alta qualidade de imagem com o mesmo data rate que o dv, alterando a compressão, o DVCPRO HD faz uso da alta taxa de bits (data rate) para esse acréscimo de qualidade. Sua taxa é de 100Mb/sec contra os 25Mb/sec do DV e do HDV. Sua gravação de áudio, como no DV e diferente do HDV, não é comprimida, gerando uma “imagem sonora” mais limpa (no fundo, nossos ouvidos leigos não percebem muita diferença entre o som gravado em DV ou HDV (PCM ou MPEG-1). Mas para uma taxa de bit da DVCPRO HD não grava em fita e sim em cartões de memória, chamados P2 ( ou 2P, ou “Professional Plug-in” ), as cámeras possuiem entrada para fita, mas nesse modo ela grava somente em DV.
O padrão High-Definition (HD) é muito superior que seus antecessores NTSC e PAL. Possui 720 ou 1080 linha de relosução nativa (isto é, gravada em fita é exibida em tela, quando esta é HD) podendo gerar imagens tanto interlaçadas quanto progressivas. O interlaçamento é a geração de imagens (quadros ou frames) bipartidos, gerando frames intermediários, no tamanho e tempo de 1/2 quadro gerando um quadro inteiro pelo seu interlaçamento. Para isso se intercalam as linhas que compôe a imagem em 2 semiframes, depois unindo ambos para gerar a imagem. O problema reside nas imagens em movimento, que ficam com aquele tracejar caracteristico. Já o modo progressivo grava uma imagem inteira a cada quadro, podendo ainda gravar uma imagem inteira a cada semiquadro, gerando uma imagem de mais facil ediçnao e de qualidade superior.
O HDTV, por fim, é o padrão do sistema de exibição, como o PAL/ SECAM e o NTSC. Existem hoje, três principais sistemas de HDTV, o norte-americano, o europeu e o japonês. O Brasil ainda não se decidiu por qual deles.
NTSC (National Television Sistem Committee) é o padrão norte-americano, usado
por eles e por todos a qual ele exerce sua forte influência. Ele é um sistema
de transmissão analógica da imagem e possui 525 linhas de resolução e uma
sobreposição temporal de 30 (29.97) quadros por segundo. 525 linhas sendo que
480 (483 para ser mais exato) se refere a imagem e a restante para reservada
para informações especiais como time code e também para dar tempo do canhao de
eletrons reornar a sua posição inicial. Canhão de eletrons? Pois é, quando a
imagem surge na tela de sua televisão você nem imagina o que se passa por tras
do vidro luminoso, não é? Pois vou dar uma breve luz sobre este tema.O negócio é o seguinte: sabe aquelas informações geradas pelo ccd, tres informações para cada pixel? Então, na tv, essas informações, analógicas e portanto somente impulsos eletricos de intensidades diferentes, são disparadas por um canhão de eletrons dentro do tubo da tv. Na tela da tv existe um gradeamento de filtros intercalados verde, vermelho e azul (observe a tela da tv bem de perto, você ira ver) e todo interior da tela é revestido por um material a base de fósforo, que quando “excitados” pelos eletrons produz fóton, luz.
Mas esse canhão só dispara uma informação por vez, precisa percorrer cada posição de pixel (na verdade três vezes esse espaço- verde, vermelho e azul) de cada vez, da esquerda para a direita, de cima para baixo. Trinta vezes por segundo. Portanto, aquele espaço de linhas que a gente vê quando o “horizontal” de nossa tv não esta alinhado perfeitamente seria essas linhas de informação especial e o tempo que o canhão de eletrons leva para retornar a sua posição inicial.
PAL (Phase Alternating Line) e SECAM são os padrões usados na Europa e Asia principalmente e nos paises da Africa e Americas Central e do Sul com algumas variáveis politico-econômicas. Excetuando-se o sistema brasileiro (e agora também paraguaio) PAL-M, que se assemelha em quase tudo com o NTSC americano, o sistema PAL garante 625 linhas (576 de imagem) de resolução em uma progressão temporal de 25 quadros por segundo.
Estes sistemas não são de escolha, seu uso é imposto dependendo de onde o vídeo será assistido. Os formatos de escolha serão brevemente descritos abaixo, não falarei sobre os padrões analógicos pois eles agora viraram história, exceto ainda e BETACAM, padrão de broadcasting profissional que teima em resistir.
DV – Ou MiniDV, é o formato padrão da maioria das câmeras digitais à vista no mercado. Ela comporta até 800 linhas de resolução na cabeça de gravação -dependendo da câmera utilizada, depois comprimidas para 480 no modo DV-NTSC ou 576 no modo DV-PAL. Possui um data rate de 3,6MB/sec, isto é, cada segundo usa 3,6MB de informação digital, gravados em uma banda de 10 micrometros de largura, sendo 1 micrometro igual a um 0,001mm. Essas bandas são gravadas em diagonal na fita magnética por uma cabeça giratória (hellical scan) que possibilita o armazenamento de mais informações na fita. Veja exemplos na Wikipedia
As variante deste formato são o DVCAM e o DVCPRO, respectivamente criados pela Sony e pela Panasonic como uma alternativa de qualidade superior ao DV usual, uma qualidade mais profissional, pois as perdas de drop (ruido na imagem) ou de qualidade de sinal são sensivelmente menores, possibilitando maior controle da imagem na edição e pós-produção. No DVCPRO é reservado uma área maior na banda da fita para gravação da imagem (18micrometros), já no DVCAM, além da área maior (cerca de 15micrometros), a fita corre mais rapidamente (50% mais que no DV comum), para se ter uma ideia, pois todas usam o mesmo tipo de fita, quando gravada em DVCAM, uma fita MiniDV de 1h. durará somente 40 minutos.
HDV, DVCPRO HD e HDTV
O formato HDV surgiu de um consórcio entre Sony, JVC, depois acrescido da Canon e da Sansung, para criar um formato de alta definição, baseado nos recursos digitais padrão (mesmo formato de fita), para iniciar a transissão entre a tv comum e a nova tv digital. Diferente do padrão DV, que grava cada quadro como uma foto independente, o HDV usa a compressão MPEG-2, usando informações dos frames anterior e posterior para se criar a imagem, necessitando de menos informação por imagem (ao passo que parte da própria informaçnao está contida nos quadros vizinhos), possibilitando um aumento na qualidade da imagem pretendida. É como se a cada quadro nós necessitássemos de 9 peças para forma-lo, mas sendo que dessas 9 peças, 3 estão no quadro anterior e 3 estão no posterior, resta somente 3 peças para “fechar” a imagem. Restou 6 espaços de peças. Estes espaços restantes são utilizados, formando então um quadro com 15 peças no mesmo espaço que um o antigo quadro de 9 peças. Por isso que uma fita de 1hora no padrão DV dura… 1hora no padrão HDV.
Esse novo quadro com “15 peças” possibilita uma melhor qualidade de imagem que a antiga, praticamente 4,5 vezes mais que no DV-NTSC. Existem variante profissionais do HDV: o HDCAM e o XDCAM. O DVCPRO HD é o padrão High-Definition da Panasonic. Tem pouca diferença visual do HDV mas usa um “processo lógico” diferenciado. Enquanto o HDV promove uma alta qualidade de imagem com o mesmo data rate que o dv, alterando a compressão, o DVCPRO HD faz uso da alta taxa de bits (data rate) para esse acréscimo de qualidade. Sua taxa é de 100Mb/sec contra os 25Mb/sec do DV e do HDV. Sua gravação de áudio, como no DV e diferente do HDV, não é comprimida, gerando uma “imagem sonora” mais limpa (no fundo, nossos ouvidos leigos não percebem muita diferença entre o som gravado em DV ou HDV (PCM ou MPEG-1). Mas para uma taxa de bit da DVCPRO HD não grava em fita e sim em cartões de memória, chamados P2 ( ou 2P, ou “Professional Plug-in” ), as cámeras possuiem entrada para fita, mas nesse modo ela grava somente em DV.
O padrão High-Definition (HD) é muito superior que seus antecessores NTSC e PAL. Possui 720 ou 1080 linha de relosução nativa (isto é, gravada em fita é exibida em tela, quando esta é HD) podendo gerar imagens tanto interlaçadas quanto progressivas. O interlaçamento é a geração de imagens (quadros ou frames) bipartidos, gerando frames intermediários, no tamanho e tempo de 1/2 quadro gerando um quadro inteiro pelo seu interlaçamento. Para isso se intercalam as linhas que compôe a imagem em 2 semiframes, depois unindo ambos para gerar a imagem. O problema reside nas imagens em movimento, que ficam com aquele tracejar caracteristico. Já o modo progressivo grava uma imagem inteira a cada quadro, podendo ainda gravar uma imagem inteira a cada semiquadro, gerando uma imagem de mais facil ediçnao e de qualidade superior.
O HDTV, por fim, é o padrão do sistema de exibição, como o PAL/ SECAM e o NTSC. Existem hoje, três principais sistemas de HDTV, o norte-americano, o europeu e o japonês. O Brasil ainda não se decidiu por qual deles.
Fonte kinooikos
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Formatação
Neste vídeo você vai aprender como formatar o PC e instalar
o windows 7, passamos todos os passos, desde configurar o SETUP a ordem de
Boot, para dar boot com CD ou com Pen Drive de boot.
Se você quiser aprender como formatar e instar o windows XP, nós também fizemos um vídeo ensinando passo a passo,
04:28
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